Brincadeira do copo online dating

Aprendi que tem de ir ao hospital e fazer o certo.) Se as advertências foram poucas, existe um livro clássico sobre o assunto, chamado "Copos que Andam", romance do espírito Antônio Carlos e psicografado pela médium Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho. Pegue cartolina, papel sulfite ou o que der e recorte retângulos em tamanhos iguais. Quando quiser terminar a brincadeira, diga que deseja sair. Ele começou a mexer, devagar, nos deixando apavorados, minha prima que debochava, se calou.

O espírito de António Carlos, neste romance busca nos alertar através de seus personagens (extraídos da vida real), para o grande risco e perigo em que incorrem todos aqueles que, por meio de objetos, tais como copos, pêndulos, etc, acabam atraindo para si mesmos a atenção de espíritos inferiores, ignorantes e maus e, a tal ponto de acabarem sendo perseguidos e obse-diados pelos mesmos, uma vez serem estes, portadores de fluídos pesados e negativos. Escreva todas as letras do alfabeto, números de 0 a 9, "Sim", "Não" e "Sair". Agora, todos os presentes colocam o dedo indicador sobre o copo, e um faz a pergunta. Aguarde o copo ir para o "sair" e pronto, você acabou de participar de uma experiência sobrenatural! Acenda uma vela, apague todas as luzes, conte umas histórias de quem fez antes a brincadeira. Se fizer no meio da tarde ouvindo uma música agitada não vai ser a mesma coisa. - Não irrite o espírito e nem peça sinais físicos, como pedir para ela abrir a porta ou fazer ventar. - Não vá fazer a brincadeira em estado alterado de consciência, ou seja, bêbado ou drogado! O copo ia para os número 1, em seguida para o 2, em seguida para o 0, e depois para o 8.

Eu me arrependo muito de ter jogado isso, até me sinto culpada pela morte da minha prima.

Para não ficar gigantesca a matéria, fiz um apanhado de 10 relatos assombrados no post: 10 Relatos sobre Brincadeiro do Copo e tenho mais uns 100 publicados no Sobrenatural.

Já pensou quando o espírito se chamava William ou Washington? Então como você presume, eles tentaram aperfeiçoar a técnica de comunicação e começaram a usar as mesas girantes. Saiba mais sobre as mesas girantes no livro O Fenômeno das Mesas Falantes de José Lhomme. Bolaram então a planchette, que nada mais era do que uma base em forma de coração com rodinhas e um lápis acoplado, na qual o médium apoiava sua mão. Só tinha um problema: ninguém conseguia entender os garranchos que eram escritos! Nunca comento com ninguém essa história, é uma página que quero virar na minha vida.

Os médiuns colocavam os dedos na mesa e ela levitava, girava para os lados e batia as pernas no chão. Foi então desenvolvido o Tabuleiro Falante, que tinha as letras do alfabeto, sim, não, números e boa noite (havia variações). E também é difícil que alguém acredite e possa ajudar efetivamente.

Calma assombrados, eu sei que vocês querem é saber como faz, mas pra que ir direto ao ponto? Comunicação com os espíritos sempre existiu de uma forma ou outra, basta pegar os manuais de invocação que você encontra em livros como São Cipriano, mas quem se comunicava eram os bruxos e estudiosos do assunto.

Em 1848 tudo mudou, pois uma família comum de um vilarejo próximo à cidade de Rochester, estado de Nova York, chamado Hydesville começou a se comunicar com os espíritos através de batidas (raps), conseguindo respostas como 'sim' e 'não' para as perguntas.

Imagina como demorava para escrever o nome do espírito? Sempre que ia dormir, não queria entrar no quarto, dizia que alguém aparecia quando os pais saiam de lá. Hoje (dois anos após aquela noite) ela foi internada em uma clínica. Está irreconhecível, o modo de falar e o semblante de seu rosto.

Uma dessas três pessoas que fizeram o relato (Sabrina) foi testemunha ocular do fato, as outras duas estavam presente em alguns momentos dos envolvidos e pediram seus nomes preservados. Meu primo logo em seguida pediu também, ele deixou. Assim minha tia furiosa, falou que não era gente brincar com isso, que era sério.

Sabrina resumiu o fato: "Nós três estudávamos juntas em uma escola no Jardim Ângela mesmo. Eu ria, mas uma euforia, uma vontade de levantar dali e correr era enorme. " O copo demorou quase um minuto, mas foi na letra "A", "M", "I" e nós começamos a rir de novo. Minha prima, ficou apavorada, e saiu do jogo sem permissão. Ela pegou o tabuleiro acendeu a luz e disse: Eu quebro esse jogo, eu quebro esse portal, em nome de Deus, rasgando a cartolina.

Funcionava assim: duas pessoas sentavam de frente e apoiavam o tabuleiro sobre as pernas. Chamamos os pais dela, eles vieram e contamos o que aconteceu. Algumas vezes tenho sonhos com aquela noite, muitas vezes é muito real, a minha mente remonta aquela cena fielmente.

Pegavam a planchette e ela deslizava pelo Tabuleiro Falante. Com o tempo, as pessoas foram trocando a planchette por um simples copo. Assim, em 1898, Charles Kennard, William Fuld e sócios patentearam o Ouija Board (tabuleiro Ouija). Era vendido como brinquedo e quase toda casa americana tinha um. Quando ela acordou não falava uma palavra, ficamos com muito medo dela. Mas com uma diferença: Eu vejo uma pessoa atrás de nós durante o jogo.

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